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Novidades na Associação!


Segunda edição contará com a presença do Secretário da Fazenda de Joinville e especialistas para orientar empresários sobre as mudanças do novo sistema tributário.


Após o sucesso da primeira palestra sobre a Reforma Tributária, a Ajorpeme promoverá uma segunda turma do evento para atender a mais empreendedores interessados em esclarecer dúvidas sobre o tema. A nova edição será realizada nesta quarta-feira, 26 de novembro, às 19h, na sede da Ajorpeme, com entrada gratuita e inscrições pelo site da associação.


O encontro contará com a presença de 4 especialistas: o Secretário da Fazenda de Joinville, Fernando Bade, Carolina Loth Kratzer, presidente da Ajorpeme e consultora empresarial; William Holz, advogado tributário e candidato à presidência da Ajorpeme 2026; e Gabriel de Borba Schulz, advogado e professor de Direito Tributário; que trarão dicas práticas sobre a aplicação das novas regras. 


A Reforma Tributária brasileira, sancionada em 2023 e em plena implementação em 2025, institui o IVA Dual (IBS e CBS) e preserva o Simples Nacional como regime simplificado para micro e pequenas empresas. No entanto, traz novos desafios para quem atua no mercado B2B, já que o crédito tributário proporcional e reduzido nessas operações pode limitar a recuperação de impostos pelos clientes — elevando a carga efetiva em até 20% em algumas cadeias produtivas e afetando a competitividade.


Nesse cenário, o regime híbrido surge como uma alternativa estratégica, permitindo o desenquadramento parcial do Simples em transações específicas — como vendas interestaduais ou entre empresas — nas quais o recolhimento ocorre via split payment, com créditos plenos. A modalidade pode gerar redução média de 17% a 21% na carga tributária total, além de maior agilidade no fluxo de caixa e melhor posicionamento competitivo, conforme análises recentes da Lei Complementar 214/2025.


Para se adaptar às novas regras, os empreendedores devem reforçar os controles de vendas, recebimentos e pagamentos, garantindo que seus softwares de gestão estejam preparados para destacar CBS e IBS nas notas fiscais e acompanhar as alíquotas municipais. Também é essencial realizar simulações de impacto, revisar preços, treinar equipes e alinhar fornecedores e clientes às novas exigências.


“Para os empreendedores que vendem B2B, é necessário entender ainda neste ano qual a melhor forma de tributação — pelo regime regular ou não. Já para quem vende para pessoa física, pode ser interessante manter-se 100% no Simples Nacional. E quem atende os dois públicos precisa fazer mais contas para entender como será essa divisão”, explicou Carolina Loth Kratzer, presidente da Ajorpeme.


Segundo Carolina, é essencial garantir que o sistema de gestão financeira esteja preparado para os novos tributos.


“O sistema precisa identificar as alíquotas de cada município e destacar corretamente o CBS e o IBS. Aqui na Ajorpeme, nós já contamos com o AJOR ERP, constantemente atualizado às mudanças da reforma, para facilitar a vida dos nossos associados”, completou.



Serviço

📍 Palestra: Reforma Tributária 

📅 Data: 26 de novembro 

🕖 Horário: 19h 

🏢 Local: Sede da Ajorpeme 

🎟️ Entrada gratuita | Vagas limitadas | Inscrições no site da Ajorpeme

 
 
 

Na última segunda-feira (17/11), aconteceu a formatura de mais uma turma do Projeto Jovem Empreende, desenvolvido pelo Instituto Ajorpeme, braço social da Ajorpeme. A cerimônia ocorreu no auditório da entidade, às 19h, reunindo alunos e familiares para celebrar o encerramento do projeto.


A iniciativa leva conceitos práticos de empreendedorismo aos jovens. Durante os encontros, os estudantes vivenciaram todas as etapas de uma empresa — produção, marketing, finanças, vendas e tributos — de forma prática e dinâmica. A turma foi composta por alunos do 9º ao terceiro ano do ensino médio, os encontros aconteceram na Ajorpeme. 

Segundo a presidente da Ajorpeme, Carolina Loth Kratzer, a iniciativa reforça o compromisso da associação com a formação empreendedora:


“A Ajorpeme, além de apoiar empreendedores da região, leva educação empreendedora por meio do Instituto Ajorpeme. É uma disciplina essencial que ainda não faz parte do currículo escolar, mas que apresentamos aos jovens para que entendam como abrir um negócio, desenvolver um produto, vender e lidar com o valor financeiro. Esse é o papel da Ajorpeme: inspirar novos empreendedores.”


O projeto promoveu dez encontros ao longo do semestre, sempre acompanhados de perto pela equipe do Instituto Ajorpeme.


“Foram momentos maravilhosos. Pudemos ver a evolução desses jovens, o engajamento e o aprendizado deles. Isso nos motiva a continuar”, destacou Ricardo Faquini, vice-presidente responsável pelo Instituto Ajorpeme.


Como atividade prática, os alunos da turma da Ajorpeme criaram, produziram e comercializaram bolsas térmicas para tratamento clínico. A formatura marcou a entrega de certificados aos participantes, em um momento de orgulho compartilhado com familiares e professores.


Na próxima segunda-feira, 24/11, acontece a formatura da 3ª turma do  projeto Jovem Empreende, que foi acompanhado por voluntários do Instituto Ajorpeme no Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires, no bairro Glória.

 
 
 

Medida visa fortalecer os empreendedores das micro, pequenas e médias empresas.




A Ajorpeme apoia e pede urgência na tramitação do PLP 108/2021, que propõe a atualização dos limites do Simples Nacional. A Associação também defende a exclusão total do sublimite. A entidade realiza um abaixo-assinado juntamente com a FAMPESC (Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendedores Individuais) para auxiliar os empreendedores que utilizam o regime.


No documento endereçado ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e aos parlamentares da Comissão de Finanças e Tributação, as entidades argumentam que as micro, pequenas e médias empresas (MPEs) brasileiras enfrentam há anos barreiras crescentes para permanecer no regime simplificado estabelecido pela Lei Complementar nº 123/2006 (Simples Nacional).


Segundo a AJORPEME e a FAMPESC, a defasagem dos tetos de receita bruta e a manutenção do chamado “sublimite” para recolhimento de ICMS e ISS criam desigualdades regionais, reduzem a competitividade e impõem custos desnecessários à formalização.


Entendendo que as medidas são necessárias para o desenvolvimento econômico das micro, pequenas e médias empresas — contribuindo, assim, para a geração de empregos no país — as entidades solicitam, por meio da petição, urgência na tramitação e aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 108/2021, levando em conta os seguintes pontos:


  1. Atualização dos limites de enquadramento (MEI, ME e EPP), com vinculação à inflação (IPCA), de modo a neutralizar o efeito da inflação acumulada sobre as faixas de receita bruta.


  2. Extinção do sublimite, previsto no art. 19 da Lei Complementar nº 123/2006, para que as MPEs sejam tratadas de forma nacional e uniforme, sem limitação adicional de ICMS/ISS por ente federado.


  3. Criação de um índice de correção monetária anual, como o IPCA, para que, ao longo dos anos, o limite do Simples Nacional não volte a ficar defasado.


  4. Prazo de adaptação e transição para estados e municípios (180 dias) e manutenção dos benefícios do regime para as empresas que hoje se encontram no limite.


“Acreditamos que a aprovação desse projeto tornará o Simples Nacional mais justo, previsível e eficaz como instrumento de desenvolvimento econômico, geração de empregos e combate à informalidade”, afirma a Presidente da Ajorpeme, Carolina Loth Kratzer.


O abaixo-assinado pode ser assinado aqui.



Confira a petição na íntegra:



AJORPEME E FAMPESC apoiam o PLP 108/2021 que propõe a atualização dos limites do Simples Nacional, e também defendem a exclusão do sublimite. 

 

Destinatário Hugo Motta – Presidente da Câmara dos Deputados

Parlamentares da Comissão de Finanças e Tributação

Micro, pequenas e médias empresas do Brasil

 

Senhor Presidente, Excelentíssimos Deputados,As micro, pequenas e médias empresas (MPEs) brasileiras enfrentam há anos barreiras crescentes para permanecer no regime simplificado estabelecido pela Lei Complementar nº 123/2006 (“Simples Nacional”). A defasagem dos tetos de receita bruta e a manutenção do chamado “sublimite” para recolhimento de ICMS e ISS criam desigualdades regionais, reduzem a competitividade e impõem custos desnecessários à formalização.


Por meio desta petição, solicitamos com urgência que o Projeto de Lei Complementar nº 108/2021 seja aprovado conforme proposta de substitutivo apresentada pelas entidades representativas, contemplando:


 1. Atualização dos limites de enquadramento: MEI, ME e EPP, com vinculação à inflação (IPCA), de modo a neutralizar o efeito da inflação acumulada sobre as faixas de receita bruta.


 2. Extinção do sublimite previsto no art. 19 da Lei Complementar 123/2006, para que as MPEs sejam tratadas de forma nacional e uniforme, sem limitação adicional de ICMS/ISS por ente federado.


3. Índice de correção monetária anual, como o IPCA, para que, no decorrer dos anos, o limite do Simples Nacional não esteja defasado novamente.


4. Prazo de adaptação e transição para estados e municípios (180 dias) e manutenção dos benefícios do regime para as empresas que hoje se encontram no limite.

Acreditamos que a aprovação desse projeto tornará o Simples Nacional mais justo, previsível e eficaz como instrumento de desenvolvimento econômico, geração de empregos e combate à informalidade.


Contamos com o apoio de Vossa Excelência para que esta pauta seja votada com urgência e em regime favorável.


Com nossos cumprimentos,


FAMPESC -  Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendedores Individuais


AJORPEME - Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresa

 
 
 
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