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A Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresa - AJORPEME, reconhecida como a mais representativa associação de seu segmento na América Latina, vem, por meio desta, manifestar sua posição contrária ao fim da escala 6x1, por entender que a medida, da forma como vem sendo proposta, pode gerar impactos relevantes nos diversos segmentos da economia, com reflexos diretos sobre as micro e pequenas empresas, responsáveis pela maior geração de empregos no país.


O debate sobre jornada de trabalho é legítimo e necessário, porém deve ocorrer com equilíbrio, responsabilidade e análise técnica, considerando a realidade de cada setor e os reflexos diretos sobre custos operacionais, produtividade e manutenção de postos de trabalho.


Defendemos que mudanças desta natureza sejam construídas com diálogo amplo e planejamento, evitando decisões que possam comprometer a competitividade das empresas e estimular a informalidade.


A preservação do emprego, poder aquisitivo e o fortalecimento do ambiente de negócios devem permanecer como prioridade para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.



William Holz

Presidente da Ajorpeme

 
 
 

Durante o discurso de posse, realizado na última quinta-feira (05/02), o presidente da Ajorpeme, William Holz, apresentou as principais prioridades de atuação da entidade para 2026. Entre as pautas estão a luta pelo aumento dos limites do Simples Nacional, a implantação da transação tributária municipal em Joinville e o fortalecimento do movimento Cada Voto Conta.


Um dos principais focos da gestão será a mobilização pelo aumento dos limites do Simples Nacional. A Ajorpeme iniciou esse movimento ainda no final de 2025, com uma petição elaborada em parceria com a Fampesc. O documento, disponível no site da entidade, solicita ao presidente da Câmara dos Deputados a tramitação e aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, que prevê a atualização dos limites do regime, além da exclusão do sublimite incorporado ao projeto.


“Hoje, empresas que optam pelo Simples estão presas a um limite que não é atualizado há mais de dez anos. A inflação corroeu esse teto e empurrou muitas empresas para fora do sistema, muitas vezes para a informalidade. Estudos demonstram que a atualização desse limite pode gerar entre 18 e 22 bilhões de reais em arrecadação em até três anos. Ou seja, é bom para o empreendedor, para a sociedade e para o próprio governo. Não atualizar o Simples não é erro técnico, é uma escolha política que penaliza quem gera emprego”, explica William Holz.


Outra pauta prioritária será a implantação da transação tributária dos tributos municipais em Joinville. O mecanismo permite que contribuintes negociem débitos com o poder público, ajustando condições de pagamento conforme sua capacidade financeira. A medida possibilita descontos em multas e juros, além de prazos mais longos para quitação, facilitando a regularização fiscal e a continuidade das atividades empresariais.


“Com a transação tributária, o empresário regulariza sua vida e o município transforma créditos praticamente perdidos em arrecadação real, reduzindo execuções fiscais caras, longas e ineficientes”, destaca o presidente da Ajorpeme.


A entidade também atuará, em conjunto com o Conselho das Entidades — formado por AJORPEME, ACIJ, ACOMAC e CDL — e a OAB Joinville, no movimento Cada Voto Conta. A iniciativa busca conscientizar a população sobre a importância do voto para o desenvolvimento de Joinville e região, além de incentivar a redução das abstenções e a transferência de títulos de eleitor para o município.


“Nosso objetivo é chegar a quatro deputados federais e seis estaduais, ampliando nossa representatividade e garantindo as verbas públicas necessárias para sustentar o crescimento da nossa região”, conclui William Holz.



 
 
 

A Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresa – AJORPEME, reconhecida como a mais representativa associação de seu segmento na América Latina, e a Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedor Individual de Santa Catarina – FAMPESC, vêm, respeitosamente, por meio desta, manifestar-se acerca da proposta de criação de novo feriado estadual no dia 25 de novembro, em homenagem a Santa Catarina de Alexandria, padroeira do Estado.


Inicialmente, registramos nosso reconhecimento ao trabalho

desempenhado pelo Governo do Estado, especialmente no fortalecimento do ambiente de negócios, no incentivo ao empreendedorismo e na valorização de Santa Catarina como referência nacional em desenvolvimento econômico.


Entretanto, com o mesmo espírito de colaboração institucional que

sempre pautou nossa atuação, entendemos que a criação de um novo feriado

estadual pode gerar impactos relevantes à produtividade, especialmente para as micro, pequenas e médias empresas, que enfrentam desafios diários relacionados a custos operacionais, competitividade e manutenção de postos de trabalho.


Ressaltamos que o mês de novembro já concentra datas que reduzem

significativamente os dias úteis do calendário, o que torna ainda mais sensível a

inclusão de um novo feriado, sobretudo para o setor produtivo, comércio, serviços e indústria.


Assim, a AJORPEME e a FAMPESC, mantendo seu compromisso com o

desenvolvimento econômico do Estado e com a defesa dos empreendedores

catarinenses, manifestam-se contrárias à instituição de novo feriado estadual,

sugerindo que a valorização histórica e cultural da data possa ocorrer por meio de iniciativas alternativas, sem prejuízo à atividade econômica.





William Holz                                                                      Pedro Gilmar Fank 

Presidente da Ajorpeme                                               Presidente da Fampesc

 
 
 
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