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Ajorpeme mantém apoio à pequena e média empresa buscando mudanças no Simples Nacional

Atualizado: 30 de ago. de 2023


O anúncio da criação de um ministério para tratar de assuntos relacionados a pequena e média empresa é bem visto pela Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresa (Ajorpeme). Em sua explicação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que a nova pasta também irá atender cooperativas e os empreendedores individuais para que estes empresários tenham oportunidade de empreender e obtenham crédito com mais facilidade. Segundo ele, os pequenos negócios geram de 60% a 70% dos empregos formais do país.


Entre as atribuições do novo ministério será desenvolver ações de apoio à inserção de microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte na economia brasileira e no mercado internacional. A Ajorpeme, maior entidade do segmento na América Latina e com mais de 2 mil associados, destaca que, atualmente, a principal demanda de parte destes empresários é a correção dos limites do Simples Nacional. "Outra dificuldade é acesso ao crédito, com políticas de financiamento próprias para os segmentos. Estas empresas precisam de políticas públicas específicas", afirma a presidente da entidade, Cintia Ebert Huang.


Segundo ela, é urgente o aumento do limite do Simples, pois desde 2006 os valores de faturamento se mantém o mesmo. "Infelizmente, há anos o Simples Nacional é tratado como uma renúncia fiscal e não como uma opção tributária. Também lutamos pela mudança do sublimite para Estados e Municípios e atualização regular e periódica destas faixas", completa. Para a Ajorpeme, também é preciso atenção especial para a Reforma Tributária, que está para ser votada no Senado. Segundo o vice-presidente institucional William Holz, que neste mês esteve em Brasília conversando com senadores, da forma que a reforma passou no Congresso poderá prejudicar os prestadores de serviços e empresas que optam pelo Simples Nacional. "Isso pode ocorrer pelo aumento da carga tributária, aumento da burocracia ou pelo fato da apropriação de créditos ser menor por quem consome de empresas que optam pelo sistema simplificado de tributação", afirma.


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